“Observei o jeito dele o tempo inteiro durante uma conversa que tivemos, cara como ele tinha um jeito diferente, fez meus olhos brilhar, juro.
— Olha, eu estou ficando sem jeito se você continuar me olhando assim — ele interrompeu meu pensamento
— Oi?!
— Como vai você?
— Para, o que você disse?
— Que você é louca.
— Por que?
— Fica me olhando com essa cara de “louca”.
— Não tenho outra cara.
— Cavala.
— Ai, eu iria te elogiar.
—Agora elogie!
— Não estou afim — desviei meu olhar e tomei um gole de suco.
—Adoro seu jeito garota.
— o sorriso bobo aparecendo — Que jeito? aiai viu.
— Esse! Mimada.
— Pelo menos não sou estranha.
—Eu sou estranho?
— Seu jeito.
— Minha falta de jeito né?
— É, tipo você é estranho, diferente.
— Isso é bom ou ruim.
— Não sei.
— Por?
— Por que você me atrai e me afasta ao mesmo tempo
— Como assim?
— Você é estranho, sem jeito, você é solitário, você é tão — pensei um pouco e com um sorriso conclui — Tão exatamente como eu gosto, e como eu quero do meu lado.
(Silêncio)”
— Baseado em uma pessoa que talvez ele até saiba que é ele
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